O capeta das embaixadas
Sem dúvida o futebol de Edilson traduziu nos anos 90 e 2000 a magia do futebol brasileiro. Driblador, irreverente, polêmico e vencedor, o baiano Edílson da Silva Ferreira, o Capetinha, já está na lista dos grandes jogadores do futebol nacional em todos os tempos.
Nascido em Salvador no dia 17 de setembro de 1971, Edílson começou a jogar na modesta equipe do Industrial da Bahia. Chamou a atenção de dirigentes do interior paulista e seguiu para o Tanabi em 1991. Em seguida, Edílson, que era comparado até com o saudoso Dener no começo de carreira, transferiu-se para o Guarani.
Uma boa temporada pelo Bugre foi suficiente para levá-lo a um grande time da capital paulista. O Palmeiras, que contava com o combustível financeiro da Parmalat, empresa italiana, contratou o jovem promissor meia-atacante. Edílson foi mesmo um bom investimento. Com ele, Edmundo, Evair, Zinho, César Sampaio, Roberto Carlos e companhia, o Palmeiras acabou em 1993 com um jejum de títulos que durava desde 1976. Não só isso. O Palmeiras foi bi estadual e bi brasileiro 93/94.
Seduzido por uma boa proposta do futebol japonês, Edílson trocou o Palmeiras pelo Kashiwa Reysol. Retornou ao futebol brasileiro em 1997, mas dessa vez foi jogar em outro Parque. Defendeu o Corinthians até 2000. Nesse período, Edílson fez brilhantes jogadas, gols, conquistou títulos e arrumou também algumas polêmicas.
O Capetinha foi jogador essencial no bicampeonato brasileiro do Corinthians de 1998 e 1999 e também no Paulistão de 1999 e no Mundial de Clubes da Fifa de 2000. Ele foi protagonista de uma grande confusão na final do Paulista de 99 ao fazer embaixadinhas contra o Palmeiras, minutos depois de ter empatado a partida, resultado que garantia com folga o título ao alvinegro.
Outro bom momento de Edílson com a camisa corintiana foi em 2000, quando destruiu a defesa do poderoso Real Madrid no Mundial de Clubes da Fifa. No jogo disputado no Morumbi, Edílson marcou os dois gols corintianos no empate por 2 a 2 com o time merengue. O segundo do Capetinha foi antológico, com direito até a bola entre as pernas do badalado francês Karembeu.
Mas no mesmo ano Edílson viveu um inferno no Parque São Jorge. Chegou a ser agredido por torcedores corintianos no estacionamento do Parque São Jorge. O motivo de tal atitude foi a eliminação do time da Copa Libertadores da América. Edílson foi alvo do fracasso contra o rival Palmeiras.
O Capetinha, já com uma bola de ouro (1998) e uma bola de prata (1999), ambos prêmios da Revista Placar, e o título de melhor jogador do Mundial de Clubes da Fifa de 2000, seguiu para o Flamengo. Teve também boa passagem pela Gávea, onde foi campeão da Copa dos Campeões em 2002. Naquele ano, Edílson fez parte da seleção brasileira pentacampeã mundial.
Ele também jogou por Cruzeiro, Vitória, Al Ain, São Caetano (pelo Azulão se destacou em jogo contra o Corinthians em que passou a bola duas vezes entre as pernas do argentino Mascherano), Vasco da Gama e Nagoya Grampus. Em 2010, o Capetinha aceitou voltar a jogar futebol. Assinou contrato com o Bahia, aos 38 anos.
Nascido em Salvador no dia 17 de setembro de 1971, Edílson começou a jogar na modesta equipe do Industrial da Bahia. Chamou a atenção de dirigentes do interior paulista e seguiu para o Tanabi em 1991. Em seguida, Edílson, que era comparado até com o saudoso Dener no começo de carreira, transferiu-se para o Guarani.
Uma boa temporada pelo Bugre foi suficiente para levá-lo a um grande time da capital paulista. O Palmeiras, que contava com o combustível financeiro da Parmalat, empresa italiana, contratou o jovem promissor meia-atacante. Edílson foi mesmo um bom investimento. Com ele, Edmundo, Evair, Zinho, César Sampaio, Roberto Carlos e companhia, o Palmeiras acabou em 1993 com um jejum de títulos que durava desde 1976. Não só isso. O Palmeiras foi bi estadual e bi brasileiro 93/94.
Seduzido por uma boa proposta do futebol japonês, Edílson trocou o Palmeiras pelo Kashiwa Reysol. Retornou ao futebol brasileiro em 1997, mas dessa vez foi jogar em outro Parque. Defendeu o Corinthians até 2000. Nesse período, Edílson fez brilhantes jogadas, gols, conquistou títulos e arrumou também algumas polêmicas.
O Capetinha foi jogador essencial no bicampeonato brasileiro do Corinthians de 1998 e 1999 e também no Paulistão de 1999 e no Mundial de Clubes da Fifa de 2000. Ele foi protagonista de uma grande confusão na final do Paulista de 99 ao fazer embaixadinhas contra o Palmeiras, minutos depois de ter empatado a partida, resultado que garantia com folga o título ao alvinegro.
Outro bom momento de Edílson com a camisa corintiana foi em 2000, quando destruiu a defesa do poderoso Real Madrid no Mundial de Clubes da Fifa. No jogo disputado no Morumbi, Edílson marcou os dois gols corintianos no empate por 2 a 2 com o time merengue. O segundo do Capetinha foi antológico, com direito até a bola entre as pernas do badalado francês Karembeu.
Mas no mesmo ano Edílson viveu um inferno no Parque São Jorge. Chegou a ser agredido por torcedores corintianos no estacionamento do Parque São Jorge. O motivo de tal atitude foi a eliminação do time da Copa Libertadores da América. Edílson foi alvo do fracasso contra o rival Palmeiras.
O Capetinha, já com uma bola de ouro (1998) e uma bola de prata (1999), ambos prêmios da Revista Placar, e o título de melhor jogador do Mundial de Clubes da Fifa de 2000, seguiu para o Flamengo. Teve também boa passagem pela Gávea, onde foi campeão da Copa dos Campeões em 2002. Naquele ano, Edílson fez parte da seleção brasileira pentacampeã mundial.
Ele também jogou por Cruzeiro, Vitória, Al Ain, São Caetano (pelo Azulão se destacou em jogo contra o Corinthians em que passou a bola duas vezes entre as pernas do argentino Mascherano), Vasco da Gama e Nagoya Grampus. Em 2010, o Capetinha aceitou voltar a jogar futebol. Assinou contrato com o Bahia, aos 38 anos.
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